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| segunda, 17 julho 2017 |

Gig Workers – uma realidade do Agora

É um facto incontornável da nossa atualidade e na realidade empresarial de hoje, que já não existem empregos para a vida. Há muito que esta expressão caiu por terra face às novas tendências de mercado que modificaram os paradigmas de gestão, tidos como certos e válidos.

A era da digitalização e do avanço na robótica deu origem à diminuição de postos de trabalho nas organizações, e até mesmo, extinção de algumas atividades. A velocidade (quase sónica) que caracteriza o sistema de compras e vendas de hoje, que acelera todos os mecanismos de um negócio, não permita a qualquer empresa que permaneça incólume no que toca a mudanças no sistema de gestão de pessoas e recursos.

As operações hoje exigem menos pessoas e as que são necessárias têm de ser flexíveis e qualificadas. Têm de ser indivíduos capazes de mudar o ‘chip’ mediante os projetos. Os negócios giram em torno de projetos e fluxos que podem mudar a qualquer momento. Capacidade de adaptação é elemento chave para o sucesso.

Nunca o ser multitask, o multidisciplinar, versátil e pró-ativo foi tão importante para subsistir no mercado de trabalho. Hoje estou num projeto e amanhã estarei noutro. Se esta era a realidade de trabalhadores por conta própria (mais frequentemente designados de freelancers), atualmente, esta é também a realidade dos colaboradores por conta de outrem. Somos avaliados pela capacidade de abraçar novas tarefas, novas formas de trabalho, novas equipas e novos projetos. A avaliação de desempenho que nos é feita hoje tem como premissa esta versatilidade e capacidade de adaptação, sendo cada vez mais importante a valorização do trabalho em equipa e a capacidade de atingir resultados.

As organizações mais produtivas serão mais eficazes quanto maior for o foco nas equipas alocadas a projetos específicos, em vez de apenas no desenvolvimento individual. E esta é uma verdadeira revolução de mindset no que toca à gestão de pessoas!

Prevê-se que muito em breve metade da força laboral seja ‘flexível’ e trabalhe longe do típico escritório, porque também hoje, o escritório é onde estiver e onde é necessário o trabalhador. Ou seja, a força laboral estará mesclada entre trabalhadores full-time, consultores, parceiros, freelancers e part-time, os chamados gig economy workers!

Já tem a sua organização preparada para os desafios de uma gig economy?

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Ler 487 vezes Modificado em segunda, 17 julho 2017

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