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| terça, 22 maio 2018 |

Como se faz o recrutamento hoje?

Ainda se lembra como era feito um processo de recrutamento há uns anos atrás? Pensar que outrora, estávamos totalmente dependentes do envio de uma candidatura em papel, para proceder ao início de um processo de recrutamento, parece algo tão démodé e ultrapassado quando analisamos a atualidade e a forma como comunicamos com os candidatos hoje.


A revolução tecnológica e o ‘desenfreado’ uso das redes sociais, alterou uma série de comportamentos sociais, métodos de trabalho, a forma como comunicarmos, e até, a forma como recrutamos.


O e-recruitment é por isso uma realidade. As necessidades das empresas são sempre para ontem e precisamos de decisões rápidas sobre os candidatos pré-selecionados. Os negócios aceleram-se e o recrutamento tem de acompanhar. Para além da, já típica, submissão de candidaturas através de plataformas, agora é frequente a realização de entrevistas via Skype e a captação de candidatos feita com base em LinkedIn ou outras redes sociais.

O e-recruitment veio substituir os velhos métodos de recrutamento porque apresenta várias vantagens, nomeadamente: encurta a limitação geográfica, permite uma triagem mais rápida, uma maior e mais direta abrangência de candidatos e acelera a seleção.


E, existe ainda um novo paradigma no processo de recrutamento dos dias de hoje, para além da ‘mecanização’ informática dos processos, temos de referir a capacidade de avaliação dos próprios candidatos. Se outrora, apenas o candidato era alvo de escrutínio por parte dos seus avaliadores, agora a empresa que recruta, tem de ter consistência na imagem que quer transmitir para o exterior.


Mais do que nunca as empresas são também alvo de avaliação. Os candidatos comportam-se como avaliadores que emitem juízos de valor junto da comunidade e podem diretamente influenciar, positiva ou negativamente, a opinião de terceiros quanto à empresa, trazendo impacto na criação de uma boa ou má reputação da mesma.


Este último ponto, faz-nos refletir sobre a importância da comunicação e de como, apesar da automatização do processo de recrutamento, este não pode suprimir a entrevista física. Será sempre imprescindível a avaliação de soft skills e capacidade de adaptação dos candidatos à realidade da empresa e garantir que o entrevistador passa a imagem e valores da organização.


Por fim, outra consideração a ser feita, é o facto de hoje uma empresa já não poder prescindir de uma plataforma interna que lhe permita uma eficiente gestão de candidaturas e possibilite o rápido acesso às informações relevantes dos candidatos.


Estas são algumas das mudanças mais evidentes no recrutamento. A sua empresa já está alinhada com estes desafios?


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